Tenho uma onda no mar que procura por ti a cada esquina das rochas. Um som, um suspiro, uma voz que nasce nos desânimos e no jejum das palavras que ferem a compaixão e ânsia dos nossos abraços selvagens. Entre as difusões dos nossos reinos ruídos no meio do malhadouro, a fé e a luz esqueceram-se de nascer por detrás da montanha e os velhos exércitos perceberam que nenhuma oração incessante era capaz de erguer aquilo que se perdera outrora na linha do tempo. E por mais que a multidão se prenda com a paisagem, jamais se poderá espalhar o amor por toda a gente porque nenhuma espada conseguirá voltar a ser erguida e ter forças suficientes para lutar contra aqueles tristes que vão morrer na praia…